Sistema Educacional Brasileiro(Guilherme)
Nosso sistema educacional, em sua teoria, pode ser considerado um dos melhores entre os países de baixo desenvolvimento. Porém, na prática nem tudo é perfeito. Encontramos escolas sem as mínimas condições de funcionamento que parecem passar despercebidas aos olhos das autoridades cabíveis. A má formação dos professores também é um aspecto negativo de nosso ensino, pois muitos não possuem os requisitos básicos para lecionar em uma escola. Nas escolas municipais e nas particulares a situação é um pouco melhor, mas até nestes locais mudanças são necessárias. Nas instituições que possuem ensino médio é que a situação é alarmante: na fase escolar em que o jovem precisa de uma melhor preparação, depara-se com professores e colégios de baixíssimo nível educacional, não desenvolvendo ao máximo sua capacidade de raciocínio e compreensâo.

Porque cursos profissionalizantes podem substituir os cursos universitários?
Você pode substituir um curso universitário por um profissionalizante porque você tem o mesmo aprofundamento em um curso profissionalizante e em um universitario e tambem os cursos profissionalizante são bem mais curtos que os universitarios sendo melhor.

A eutanásia pode ser considerada um direito individual?
Em alguns casos pode-se dizer que a eutanásia pode ser considerada como um alívio para o doente e para sua família. Há casos onde se o doente optar pela vida, passará o resto de sua vida definhando sobre uma cama de hospital, pois dificilmente uma pessoa que chega ao ponto de poder escolher entre a vida e a morte sobrevive. Para a família pode ser e geralmente é muito difícil aceitar a decisão do doente, mas deve-se levar em conta sua opinião, afinal de contas quem melhor que o doente para saber das suas próprias vontades. Aos olhos da sociedade a eutanásia é algo cruel e desumano, pois ninguem tem o direito de tirar a própria vida, mas devemos passar a olhar este ato do outro lado da moeda. E se fosse você quem recebe-se a notícia de que você passaria o resto de seus dias numa cama de hospital dependendo dos outros para tudo, a base de anestésicos para aliviar a dor insuportável? Certamente nessas condições a morte pode parecwer uma boa saída.

O voto facultativo funcionaria no Brasil?
O voto hoje em nosso país (Guilherme e Ivan)
Atualmente em nosso país todo e qualquer cidadão é obrigado a votar, salvo no caso de ter entre 16 e 17 anos, mais de 70 anos ou de não ser alfabetizado. Mas, e se o voto fosse facultativo? Paises como Estados Unidos e França que adotaram esse sistema de eleições observou-se uma redução significativa no número de eleitores. Para muitos o voto é algo sem necessidade, servindo apenas para ser comprado nas épocas de campanhas políticas. Porém o voto é a única forma de se exercer verdadeiramente a cidadania; um cidadão que não vota não tem o direito de revindicar melhorias para sua pátria, impedindo a prosperidade de seu país.

O que podemos considerar droga nos dias atuais?
Drogas nos dias atuais
Há vários tipos de droga:
-Drogas Depressoras – as drogas depressoras podem baralhar as mensagens que são enviadas ao cérebro Ex: Heroína e Barbitúricos.
-Drogas psicadélicas – as drogas depressoras são as que apresentam maior risco de overdose. Ex: Cannabis, LSD, Cogumelos Mágicos e a Ketamina.
-Drogas estimulantes - como a Cocaína.
Quanto à forma como são produzidas, podemos considerar as existência de:
Droga é uma substância que serve para acalmar sintomas de doença.

Como a música influencia a vida das pessoas?
A Influência da Música (Ronaldo Bezerra)
"Há por exemplo, tanta espécie de vozes no mundo, e nenhuma delas é sem significação." - I Co. 14:10
Influência, etimologicamente, significa: ação que uma pessoa ou coisa exerce sobre outra. Ascendência, predomínio, poder.Segundo alguns pesquisadores no assunto, a música afeta o caráter e a sociedade, pois cada pessoa é capaz de trazer para dentro de si a música que acaba influenciando nos pensamentos, nas emoções, na saúde, nos movimentos do corpo, etc. Portanto, diziam eles, cabe aos compositores serem morais e construtivos e não imorais e destrutivos em suas músicas.A influência da música é tão grande, que ela atua constantemente sobre nós - acelerando ou retardando, regulando ou desregulando as batidas do coração, relaxando ou irritando os nervos, influindo na pressão sangüínea e no ritmo da respiração. É comprovado o seu efeito sobre as emoções e desejos do homem.Enfim, a música exerce um poder muito grande sobre nós, podendo ser positiva ou negativa.

LINGUAGEM E TECNOLOGIA (Wilson Coêlho)
Não pretendo aqui formular uma noção ideal de linguagem ou fundamentar uma metodologia de análise meramente descritiva. É dizer que me interesso apenas por apontar algumas observações que imagino suficientes para propiciar ou provocar uma espécie de discussão em prol de uma postura crítica, considerando a linguagem como objeto socialmente construído, como prática concreta de ação no real. Para tanto, faz-se imprescindível abolir a idéia da linguagem como mera representação do real como propõe a tradição clássica. E se a linguagem não se resume numa simples representação da realidade, cabe-nos ressaltar seu caráter ideológico. Mas como ideologia, a linguagem tem sido distorcida e a todo momento utilizada para escamotear a realidade, mascarando sua imposição para justificar a dominação e gerar uma falsa consciência; uma consciência ilusória produzida a partir da mentalidade propagandística e mercadológica da burguesia. Nesse sentido, a sociedade se ocupa da tarefa de "socializar" o desejo e privatizar os meios para uma possibilidade de realização do prazer.Nos tempos que correm, se fala constantemente no avanço da tecnologia e - em especial - da informática na comunicação. De acordo com o discurso oficial da sociedade chamada moderna (ou pós-moderna) - apesar de sua prática primitiva de sacrifícios - a máquina avançou e o homem ficou para trás. Não se trata de ignorar a tecnologia e as vantagens oferecidas por este sofisticado (algo a ver com os antigos sofistas?) mecanismo de comunicação, mas não se deve perder de vista a consciência de que toda invenção é resultado de um processo desenvolvido por muitos e se dá de acordo com as condições materiais para que ela se realize. Sendo assim, toda invenção é uma ação humana e, como patrimônio da humanidade, deve estar a serviço do bem comum e empregada para facilitar o trabalho da e para a coletividade. Mas esse suposto avanço não nos interessa ao preço da exclusão e legitimação da miséria a milhares de milhares de seres humanos e, muito menos, quando se trata de uma deificação da máquina. Não nos interessa o fetiche de uma comunicação globalizada nos moldes dos capitalismo. Pode ser que o futuro da humanidade seja a miscigenação, mas tudo deve se dar a partir do intercâmbio e das relações entre os povos e não mediante a força e a imposição de uma linguagem dita "universal", ou seja, entendida como universal por ser a forma de expressão estratégica da dominação em prol de sua hegemonia. Assim se faz também universal o deus cristão, pois se os povos colonizados não tivessem sido condenados ao temor da cruz e todas as ameaças do inferno, certamente, seria impossível que estes assimilassem ou aceitassem os mesmos valores euro-ocidentais que definem a propriedade, o trabalho escravo, a beleza padrão, as formas de organização de poder, os conceitos de justiça, etc & tal. Assim, entendendo o sistema discursivo como uma ficção e, levando em conta a alienação do sujeito quando obrigado a repetir a linguagem do outro (alteridade), poderíamos refletir sobre o processo de colonização de nossos povos e - conforme Roland Barthes - questionarmos: "- a classe dos sacerdotes não foi durante muito tempo proprietária e técnica das fórmulas, isto é, da linguagem?" Convenhamos que a palavra em si mesma já traz uma série de complicações em virtude de uma espécie de esvaziamento de sentidos numa sociedade de Babel, principalmente, quando oriunda de uma língua imposta. É como se tivéssemos assinado um acordo silencioso para fazermos de conta que nos entendemos. Por exemplo, será que a palavra nuvem teria o mesmo valor e significado se ouvida por um nordestino que sofre a estiagem há dois anos consecutivos e um outro no sudeste que quer ir à praia tomar sol com a família? World, Monde, Orbis, Welt, e Mundo - mesmo "traduzidas" - têm o mesmo significado para um inglês, um francês, um latino, um alemão e um brasileiro? Ou cada um destes concebe o mundo conforme o seu sistema de interpretação, a partir de sua experiência, sua existência social e cultural de explicação do universo? Conforme Marx, numa passagem de 'A Ideologia Alemã', "não é a consciência que determina a vida, mas é a vida que determina a consciência". Isto posto, é a relação do sujeito com o mundo, consigo mesmo e com o outro que definem a sua linguagem. E a linguagem é a sua própria forma de ser para o mundo, para si mesmo e para o outro. Concordando com a idéia de que pensar e ser é o mesmo, o ser se faz na linguagem que é a forma do homem expressar o pensamento. Destarte, o homem é na linguagem e - sem esta - ele meramente existe como uma árvore ou uma pedra, mas assim ele não é. É dizer que o frenético avanço de uma tecnologia que não está a serviço do homem, mas de um pequeno grupo dominante, em nada contribui para o crescimento do indivíduo na sua totalidade para o mundo, para a liberdade. Trata-se apenas de uma inteligência artificial em prol da artificialidade do homem. A tecnologia? Sim!, com tudo o que o homem tem direito: computador, internet, intranet & qualquercoisanet. E não é para se viver uma realidade virtual, pois levados pela nova "ordem" há homens que se comportam como um dos personagens no 'mito da caverna', de Platão, em sua "República". Lá, um prisioneiro contempla, amarrado no fundo de uma caverna, os reflexos de simulacros que - sem que ele possa vê-los realmente - se lhes aparecem transportados à frente de um fogo artificial. E, como esse prisioneiro sempre viu essas projeções de artefatos e aparências, toma-os por realidade e permanece iludido.Nessa relação de dependência e sem uma linguagem que lhe é própria do ponto de vista de sua identidade cultural, o homem satisfaz apenas uma necessidade criada pela e para a própria sociedade de consumo, mas as suas verdadeiras necessidades permanecem reprimidas. Ele reprime partes de suas necessidades em favor de uma outra, a saber, a de supostamente se 'plugar' com o mundo. Refiro-me ainda a uns poucos privilegiados, porque a maioria está diante da máquina apenas para cumprir uma tarefa para o famigerado mercado. Na verdade, essa 'modernidade' não é o último objetivo dos seus desejos, muito pelo contrário, ele tem a necessidade de contatos interpessoais e reconhecimento social. E essa necessidade ele acredita satisfazer somente por meio desse aparato tecnológico, mas apenas com o produto do seu trabalho alienado e somente cumprindo a ordem dada - mesmo aparentemente satisfeito nessa necessidade - permanece isolado do mundo, ele e sua máquina, sem conseguir romper com sua carência de relações. Ou seja, escolhe uma falsa satisfação das necessidades por ser a única "oferecida" pela sociedade comedora de acrílico e turistas de shopping que - asfixiados pela subjetiva ilusão de ser sujeito - estão perdidos entre os objetos e mercadorias a todo momento ameaçadas de cair em desuso para dar lugar a outra "novidade".

Como inicio de blog,postamos esse texto em linguagem popular q e bem engraçado.
"Onti a mãe foi cedinho pa cidade pa mode fazê compra, i deixô uma panela de arroiz pronto no rabo do fogão e um pote cum ôvo po amorço. Peguei um ôvo pa cuzinhá, só que acabei resorvendo fritá. Quando quebrei o ôvo tive um baita susto. Magina que tinha um pinto dentro !!! Agora, cê já penso ceu cuzinho cum pinto dentro?!?!

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